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	<title>Territórios em Rede &#187; micro e pequenos negócios</title>
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		<title>Sebrae intensifica ações no Amazonas</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2012 10:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ju.dantass</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[micro e pequenos negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Sebrae nos Territórios da Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[Agentes capacitados pela instituição concluem primeira etapa de atendimento Circular pela região amazônica não é tarefa fácil. Quando é tempo de seca e o nível dos rios diminui,... <a href="http://www.territoriosemrede.com.br/26/06/2012/11854/">Leia Mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Agentes capacitados pela instituição concluem primeira etapa de atendimento</em></p>
<p><a href="http://www.territoriosemrede.com.br/26/06/2012/11854/amazonas-2/" rel="attachment wp-att-11858"><img class="alignleft size-full wp-image-11858" title="amazonas" src="http://www.territoriosemrede.com.br/wp-content/uploads/2012/06/amazonas.jpg" alt="" width="218" height="208" /></a>Circular pela região amazônica não é tarefa fácil. Quando é tempo de seca e o nível dos rios diminui, as distâncias por terra aumentam. O que era leito de rio precisa ser percorrido, na maioria das vezes, em estradas precárias. Em tempos de cheia, o viajante só chega ao destino de barco, ao ritmo das marés.</p>
<p>Mas as dificuldades naturais que a geografia tropical impõe a quem se aventura por lá não impediram que mais de 2,5 mil donos de micro e pequenas empresas (MPE) e empreendedores individuais (EI) do Amazonas ganhassem voz. Eles foram atendidos pelos Agentes de Orientação Empresarial (AOE) capacitados pelo Sebrae no estado para identificar gargalos e sugerir melhorias na gestão das empresas.</p>
<p>O volume de atendimento na região foi possível graças ao critério de seleção dos colaboradores, recrutados nas próprias localidades em que atuam. A gerente de Desenvolvimento Territorial do Sebrae no Amazonas, Maria do Socorro Corrêa da Silva, vê duas grandes vantagens nisso. “A primeira é a agilidade no deslocamento, tendo em vista que os agentes conhecem os municípios. A segunda é a redução dos custos, porque evita a transferência do pessoal da capital para lugares mais distantes”, conta. <span id="more-11854"></span></p>
<p>Harald Dinelly foi um dos 45 agentes capacitados que se puseram a andar quilômetros para conhecer melhor a realidade dos empresários amazonenses. Ele percorreu o Território 11 (Baixo Amazonas), formado por sete municípios. E, logo de entrada, percebeu que o maior desafio seria superar a resistência inicial. “Geralmente, o empresário acha que é alguma operação do governo para cobrar mais imposto. A abordagem é determinante para o sucesso da empreitada”, relata.</p>
<p>&#8220;Trabalhar com agentes de orientação empresarial residentes nas localidades abrangidas pelo programa traz uma vantagem que é o mote do próprio programa. É o capital humano, formado em regiões carentes desse tipo de perfil. É o mais belo legado que fica para o desenvolvimento da região&#8221;, comenta o gerente de Desenvolvimento Territorial do Sebrae Nacional, André Spínola.</p>
<p>O trabalho de orientação empresarial faz parte do esforço da instituição para promover o desenvolvimento regional nos seis Territórios da Cidadania do estado – as regiões com baixo índice de desenvolvimento humano. Com base nos primeiros levantamentos, os agentes se preparam para retornar em julho com sugestões de ferramentas previstas no programa Negócio a Negócio para melhorar a gestão das empresas.</p>
<p>As soluções variam muito. Em alguns lugares, Harald Dinelly encontrou empreendedores que desconheciam a saúde financeira ou o potencial econômico de suas empresas. Outros, embora comercializassem tudo o que produziam, temiam fazer investimentos para ampliar seus negócios. “Para esses clientes específicos, vou sugerir o Aprender a Empreender”, exemplifica.</p>
<p>Por ASN</p>
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		<title>Comércio da orla de João Pessoa receberá ações do projeto Economia de Praia</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2012 10:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ju.dantass</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontece nos Territórios]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[micro e pequenos negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciativa objetiva promover o desenvolvimento econômico e sustentável dos pequenos negócios que atuam nas praias da capital O comércio ambulante e de barracas da orla de João Pessoa... <a href="http://www.territoriosemrede.com.br/18/06/2012/comercio-da-orla-de-joao-pessoa-recebera-acoes-do-projeto-economia-de-praia/">Leia Mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Iniciativa objetiva promover o desenvolvimento econômico e sustentável<br />
dos pequenos negócios que atuam nas praias da capital</em></p>
<p><a href="http://www.territoriosemrede.com.br/?attachment_id=11745" rel="attachment wp-att-11745"><img class="alignleft size-full wp-image-11745" title="orla pb" src="http://www.territoriosemrede.com.br/wp-content/uploads/2012/06/orla-pb.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a>O comércio ambulante e de barracas da orla de João Pessoa terá ações especificas para o desenvolvimento econômico e sustentável dos pequenos negócios. Nesta quinta-feira (14), gestores de turismo do Sebrae Paraíba, do Convention Bureau e da Prefeitura de João Pessoa conheceram a experiência da Economia de Praia desenvolvida na orla do Rio de Janeiro, que deve ser aplicada na capital paraibana através do Sebrae Paraíba, em parceria com o poder público.</p>
<p>A gestora da Unidade de Atendimento Coletivo de Serviços do Sebrae Nacional, Valéria Barros, explicou que o projeto Economia da Praia é uma ação nacional, direcionada para sustentabilidade econômica, melhoria da qualidade dos serviços e dos empreendimentos que atuam na orla marítima. “O Sebrae está mapeando e apresentando as experiências adquiridas no Rio de Janeiro e em outros estados, como o Alagoas, para regiões que querem a customização do comércio para o turismo. Estamos promovendo uma troca de experiências para facilitar a replicação desta metodologia”, disse.</p>
<p>Na Paraíba, a iniciativa está em fase de nivelamento de conhecimento da metodologia. De acordo com a gestora de Turismo do Sebrae Paraíba, Regina Amorim, o próximo passo é buscar parcerias com poder público para viabilizar o diagnóstico e aplicação do projeto no Estado. “Até o final do ano, queremos concluir as etapas de apanhado de conhecimento, parcerias e identificação de instituições, como ABRASEL, Associação de Barracas de Praia, Associação de Ambulantes, de que podem nos auxiliar nesta iniciativa. Em 2013, conhecendo as necessidades de melhoria, através do diagnóstico realizado, começamos o planejamento de ações focada em resultados”, destacou a gestora.</p>
<p>Durante a apresentação da experiência carioca, a coordenadora de Projetos Comércio e Serviços do Rio de Janeiro, Margareth Carvalho, disse que os ambulantes e proprietários de barracas da orla da cidade estão passando, em função da iniciativa, por um processo de autoestima, conscientização socioambiental e aprimoramento intelectual. “Isto tudo reflete no desenvolvimento econômico do comércio. De 2010 para 2011, estes comerciantes aumentaram em 20% o faturamento”, ressaltou.</p>
<p>As ações do projeto economia de praia objetivam a fomentação de uma cultura empreendedora, o fortalecimento do associativismo, o resgate da cidadania, além da conscientização da importância do comerciante de praia como empreendedor. “Para isso, é fundamental a parceria com o poder público. Precisamos dos gestores para viabilizar a implementação das ações. No Rio, foi a partir do projeto, que a prefeitura passou a cadastrar os comerciantes da praia, possibilitando o ordenamento das atividades e o crescimento dos empresários, formais e informais”, disse Margareth.</p>
<p>Diagnóstico – Seguindo o modelo de experiência do Rio de Janeiro, o comércio ambulante e de barracas na orla de João Pessoa vai passar, em 2013, por um processo de diagnóstico, em que serão ouvidos os comerciantes, turistas e frequentadores das praias da capital. Nesta etapa, serão identificados os principais problemas, para que sejam estabelecidas prioridades, metas e ações a serem desenvolvidas pelo Sebrae Paraíba e seus parceiros.</p>
<p>Participaram da apresentação, gestores do Sebrae Nacional, do Sebrae Paraíba, do Rio Grande do Norte, de Alagoas, do Convention Bureau de João Pessoa, além do Secretário de Turismo de João Pessoa, Francisco Linhares.</p>
<p>Por Sebrae-PB</p>
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		<title>Prefeituras do Amazonas abrem espaço para micronegócios</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jun 2012 10:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ju.dantass</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Compras governamentais]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Geral]]></category>
		<category><![CDATA[micro e pequenos negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Microempreendedores individuais em três municípios já fornecem serviços para as prefeituras locais, com o aval do Sebrae Fundamentais para o desenvolvimento da economia local, os micro e pequenos... <a href="http://www.territoriosemrede.com.br/04/06/2012/prefeituras-do-amazonas-abrem-espaco-para-micronegocios/">Leia Mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Microempreendedores individuais em três municípios já fornecem<br />
serviços para as prefeituras locais, com o aval do Sebrae</em></p>
<div id="attachment_11549" class="wp-caption alignleft" style="width: 269px"><a href="http://www.territoriosemrede.com.br/?attachment_id=11549" rel="attachment wp-att-11549"><img class="size-full wp-image-11549" title="humaita" src="http://www.territoriosemrede.com.br/wp-content/uploads/2012/06/humaita.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a>
<p class="wp-caption-text">Humaitá-AM</p>
</div>
<p>Fundamentais para o desenvolvimento da economia local, os micro e pequenos negócios estão ganhando mais espaço nas ações governamentais das prefeituras do Amazonas, embora o passo ainda seja lento nessa direção. Depois de cinco anos de vigência da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (a Lei Complementar 123/2006), somente Humaitá, Santa Isabel do Rio Negro e Parintins dos 48 municípios que regulamentaram a lei fizeram a sua implementação, conforme levantamento do Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).</p>
<p>De acordo com o superintendente regional do Sebrae-Amazonas, Nelson Rocha, esses três Municípios “fizeram valer a lei” em vários aspectos considerados importantes. Entre eles, as compras governamentais priorizando a micro e pequena empresa (MPE) e a nomeação de um servidor público que atua como agente de desenvolvimento local dentro de um espaço físico chamado sala do empreendedor, que também foi implantado. Depois de capacitado pelo Sebrae, o agente de desenvolvimento vai estimular a formalização e orientar os empreendedores sobre facilitação, compras públicas, empreendedorismo, gestão empresarial.</p>
<p><a href="http://acritica.uol.com.br/noticias/Amazonas-Amazonia-Manaus-abre-espaco-micronegocios_0_711528855.html" target="_blank">Confira o texto</a> completo da notícia publicada pelo portal A Crítica.</p>
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		<title>Projeto permite abrir empresa pela internet</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ju.dantass</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[micro e pequenos negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Redesim]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciativa ainda reduz tempo para registro de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) A partir de junho, será possível abrir uma empresa pela internet. Um piloto do projeto... <a href="http://www.territoriosemrede.com.br/17/05/2012/projeto-permite-abrir-empresa-pela-internet/">Leia Mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Iniciativa ainda reduz tempo para registro de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ)</em></p>
<p><img class="alignright" src="https://encrypted-tbn3.google.com/images?q=tbn:ANd9GcRCjOWctC8Y-3FerRCjvjOEWRqI9BxK1GtptRVuL2Wh71O1mkpc" alt="" width="233" height="175" />A partir de junho, será possível abrir uma empresa pela internet. Um piloto do projeto Integrar será implantado no Distrito Federal e em oito estados: Sergipe, Paraná, Rondônia, Roraima, Tocantins, Ceará, Pará e Paraíba. A iniciativa abre caminho para a implantação da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) em todo o país.</p>
<p>O Integrar é uma parceria entre o Sebrae, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Junta Comercial de Minas Gerias. O projeto é uma adaptação do Minas Fácil, iniciativa que simplificou a legalização de empresas no estado. “O projeto segue as regras para abertura e funcionamento de negócios validadas pelo Comitê Gestor da Redesim, que são mais simples, operadas de forma eletrônica”, explicou a gerente-adjunta de Políticas Públicas do Sebrae, Inês Schwingel. <span id="more-11257"></span></p>
<p>“Enquanto o Banco Mundial aponta que o tempo médio para abertura de empresas no Brasil é de 152 dias, em Minas Gerais é de até 9 dias”, explicou Alex Francisco de Oliveira Barbosa, diretor da Junta Comercial de Minas Gerais. Ele participou, nesta quarta-feira (16), do II Encontro Nacional da Rede Sebrae de Políticas Públicas, em Brasília.</p>
<p>O evento reúne cerca de 60 gerentes e analistas do Sistema Sebrae. O objetivo é alinhar ações para o desenvolvimento das estratégias estabelecidas pela instituição. Entre os objetivos da iniciativa está a implantação em todo o país da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06). &#8220;Vamos trabalhar com metas, objetivos claros visando implementar medidas em favor dos pequenos negócios, a exemplo do acesso às compras governamentais e da desburocratização para abertura e funcionamento de empresas previsto na Redesim”, disse o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick.</p>
<p>O grupo trabalha ainda para resolver a questão da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) por substituição tributária. Empresários reclamam que, na prática, o mecanismo anula a redução do tributo pelo Simples. A Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no Congresso Nacional propõe uma alteração na Lei do ICMS (Lei 87/06) para resolver o problema. O deputado Pedro Eugênio (PT/PE) confirmou para o dia 5 de junho uma reunião com o comitê Gestor do Simples Nacional e representantes do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para tratar do assunto.</p>
<p>Por Agência Sebrae de Notícias</p>
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		<title>Oficina de finanças é testada no Complexo do Alemão</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 15:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ju.dantass</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor Individual]]></category>
		<category><![CDATA[micro e pequenos negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa-piloto avalia ferramenta do Sebrae que ajuda na gestão de receitas e despesas dos pequenos negócios Como separar as contas pessoais do caixa do negócio, controlar o fluxo... <a href="http://www.territoriosemrede.com.br/15/05/2012/oficina-de-financas-e-testada-no-complexo-do-alemao/">Leia Mais &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Programa-piloto avalia ferramenta do Sebrae que ajuda na gestão<br />
de receitas e despesas dos pequenos negócios</em></p>
<div id="attachment_11208" class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><a href="http://www.territoriosemrede.com.br/15/05/2012/oficina-de-financas-e-testada-no-complexo-do-alemao/complexo/" rel="attachment wp-att-11208"><img class="size-full wp-image-11208" title="complexo" src="http://www.territoriosemrede.com.br/wp-content/uploads/2012/05/complexo.jpg" alt="" width="260" height="163" /></a>
<p class="wp-caption-text">Empreendedores do Complexo do Alemão aprovaram o contéudo da oficina</p>
</div>
<p>Como separar as contas pessoais do caixa do negócio, controlar o fluxo financeiro, calcular custos e prever gastos. A nova metodologia da oficina SEI Administrar meu Dinheiro, uma das ferramentas desenvolvidas pelo Sebrae para o programa Empreendedor Individual (EI), foi avaliada nesta segunda-feira (14), no Espaço do Conhecimento, localizado no Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro.</p>
<p>O grupo-piloto, formado por cerca de 20 empreendedores, participou da oficina há cerca de um mês. O prazo entre as aulas e a avaliação serviu para complementar as noções teóricas de administração com a apliação do conhecimento na prática. Para facilitar o aprendizado, cada um recebeu uma pasta com uma calculadora e planilhas detalhadas para anotar a entrada e saída de dinheiro, detalhar a natureza dos gastos, como compra de matéria-prima ou pagamento de empréstimos bancários, e registrar o recebimento dos valores devidos pelos clientes. A pasta também tem espaços para guardar as Notas Fiscais e comprovantes de despesas ao longo de um ano.</p>
<p>Mais da metade do grupo atendeu ao convite da instituição para avaliar a nova metodologia. O resultado foi positivo. Eles elogiaram especialmente a clareza das planilhas, o que permitiu visualizar as finanças do negócio e saber o que era dinheiro da empresa e o que era despesa pessoal. <span id="more-11207"></span></p>
<p>“Já comprei matéria-prima muito acima do que precisava, e tive que pegar um empréstimo para cobrir o prejuízo do estoque encalhado. Agora, quando preencho as planilhas, eu posso ver o que realmente preciso e passei a planejar melhor”, avaliou Azenir Santos de Oliveira, que trabalha como artesã e confecciona embalagens plásticas sob medida. Ela formalizou o negócio há dois anos.</p>
<p>Para o editor do jornal O Plantador Fiel, André Luis Ramos, a oficina veio no momento certo. Ele está se organizando para lançar a versão digital do jornal digital e estruturar o Portal P1 e a rádio Batidão FM. “Eu tinha apenas um caderno para organizar tudo e não separava os gastos da empresa das minhas despesas pessoais. Fazia retiradas sem saber de onde estava vindo o dinheiro e quanto estava gastando. Tinha dificuldade para perceber que nem tudo que sobra é lucro”, reconhece.</p>
<p>Maria Tereza Rodrigues Pereira, que também é artesã, tinha cinco contas bancárias. “Nossa, só quando coloquei tudo no papel é que percebi o quanto eu gasto com tarifas ! Levei um susto, mas vou recalcular”, reagiu. Ela se registrou como artesã em 2010.</p>
<p>Todas as sugestões serão analisadas para aprimorar a metodologia em todo o país. Em breve, a ferramenta estará disponível na internet. “O retorno foi maravilhoso. Eles atestaram que estão aprendendo na prática os conceitos de administração”, disse a analista de Capacitação Empresarial, Roselei Silva Oliveira, do Sebrae.</p>
<p>“A avaliação deles mostra que a clareza da ferramenta, mais do que um controle financeiro, gera outras necessidades como previsão de recursos para criação de um site ou divulgação da atividade”, completou o analista da unidade de Acesso a Mercado, André Dantas, também do Sebrae.</p>
<p>Os participantes da oficina no Complexo do Alemão também receberam orientações de técnicos do Sebrae no Rio de Janeiro sobre o Crescer, programa de microcrédito do governo federal que concede empréstimos a empreendedores individuais a juros mais que os do mercado. A meta da iniciativa é atender 3,4 milhões de clientes até o final de 2013.</p>
<p>Por Agência Sebrae de Notícias<br />
Foto: Ana Paula Oliveira</p>
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